sábado, 7 de agosto de 2010

Quando eu abrir aquela porta...

Oi!

Desculpa pela demora pra postar, mas quem me segue no Twitter sabe que essa semana foi muito cansativa e corrida. Ainda ando meio ocupada, mas a partir de quarta a noite já vou estar bem melhor, com a vida mais calma.


Bem, esse é um textinho que eu fiz na aula de português (a única parte boa da aula de português é quando sai alguma coisa legal, se é que eu posso chamar isso de legal). Espero que vocês gostem (:



"Quando eu abrir aquela porta encontrarei de tudo. Todas as minhas lembranças, até aquelas mais antigas, de que já não me lembro mais. Todas as travessuras e aventuras vividas por mim estampadas na parede de pedra. Os meus sonhos e desejos pendurados no ar por um barbante finíssimo.


Quando eu olho para mim, minha mão está tremendo. Meu coração palpita tão forte como se quisesse sair de dentro de mim. E aquela maçaneta feita dos meus medos, está tão iluminada, brilhante, que me dá mais medo. Vejo meus pés avançando na direção da porta e minhas mãos indo ao encontro da maçaneta lentamente.


Recolho a mão rapidamente. Onde estão minhas tristezas? Guardadas em uma caixa, talvez. Imagino a tampa caindo e as tristezas vazando. Rastejando pelo chão, elas se transformam. Se transformam em algo que não sei o que é. Imagino meus ódios, meus ciúmes, minhas alegrias, meus amores todos destribuídos em diferentes caixas.


Antes que eu possa mudar de ideia, levo minha mão até a maçaneta. Ao contrário do que pensei, os medos não voltam pra mim. A porta se abre. O quartinho está vazio para os olhos dos outros. Mas eu encontro tudo lá, do jeitinho que eu tinha deixado da última vez."


Gostaram? Comentem (:

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